A prioridade da comunidade

Os “sound-byts” das imagens e das interpretações hoje podem tornar-se numa caixa de ressonância, que conduzem a radicalismos que não se desejam, sejam por aqueles que alinham em tropas favoráveis ou por aqueles que vão se entrincheirando de outro modo.

Felicitamos a entrada no Parlamento de Portugal de novas Deputadas com origens sanguíneas a África. No entanto, seria bom recordar que o Parlamento já no passado teve Deputados em semelhante condição, pouco ou nada foram vistos sob esse ângulo, devido a diferentes fatores até por se integrarem em forças politicas que são menos aceites na comunicação social.

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Independentemente, do pensamento das novas Deputadas, desejamos felicidades, mas apelamos que saibam interagir com outros Deputados que também nasceram em países integrantes da CPLP.

Acreditamos que por desconhecimento, a maioria das pessoas não sabe que na anterior Legislatura, Deputados nascidos naqueles países eram cerca de 40, o que equivaleria a 17,3 % do Parlamento. Daí afirmar que aqueles representariam também cerca de 1 700 000 de cidadãos em Portugal não podemos concluir que assim fosse.

Acreditamos que as novas Deputadas se vão preocupar com as questões de política portuguesa e não fazerem da Assembleia da Republica palco de dialética distorcida.

Estamos cientes, que este é um caminho de integração e de assimilarmos que só há uma raça humana. Por outro lado, os valores da meritocracia fazem-se reconhecer pela integração e não pelo isolacionismo. O caminho dos afetos e da igualdade em todos os países integrantes da CPLP é muito longo e penoso, mas estamos prontos para esse contributo comunitário, assim todos ajudem a pensar e agir do mesmo em todos os patamares geográficos.

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