Angola converte centrais térmicas a gasóleo para gás natural

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As centrais térmicas a gasóleo vão ser convertidas para operar com gás natural no prazo de três anos, ao abrigo de um programa já em curso, anunciou o presidente da Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANPG).

Paulino Jerónimo disse que este programa teve início na central do ciclo combinado do Soyo e numa outra associada ao projecto Angola LNG e adiantou que o mesmo vai abranger, numa primeira fase, toda a faixa litoral do país.

O programa é coordenado pelo Ministério da Energia e Águas, com o apoio do Ministério dos Recursos Minerais e Petróleos, tendo tido anteriormente como coordenador principal o actual presidente da ANPG.

Esta iniciativa conta com os 125 milhões de pés cúbicos de gás natural a que Angola tem direito ao abrigo do Angola LNG, um projecto integrado de aproveitamento de gás natural, dispondo de uma fábrica de processamento, um terminal marítimo e instalações de carregamento, bem como a possibilidade de proceder ao desenvolvimento de gás não associado.

Os accionistas da Angola LNG Limited são a Sociedade Nacional de Combustíveis de Angola (Sonangol), com 22,8%, o grupo norte-americano Chevron (36,4%) e os grupos britânico BP, italiano ENI e francês Total, com 13,6% cada .

O presidente da ANPG, usava da palavra durante a segunda edição do Fórum de Negócios da Câmara de Comércio América -Angola (Amcham), disse que esta conversão irá permitir uma poupança de cerca de 750 milhões de dólares, gastos actualmente na produção de energia eléctrica com recurso ao gasóleo.

Fonte: Lusa

1 comments

O governo angolano deveria fazer uma rede de gasodutos que fizessem chegar o gás natural a todas as províncias e aos países vizinhos. Todos os geradores, bem como as frotas de viaturas do estado deveriam ser convertidas para consumo de gás natural e retirar os subsídios aos combustíveis líquidos para incentivar os privados a converterem as suas frotas e geradores para gás natural. A poupança anual para os cofres do estado seria superior aos dois mil milhões USD, resolviam-se boa parte dos problemas energéticos do país e dos países vizinhos. Seria o surgimento de uma industria do gás ao serviço do bem estar dos angolanos, geradora de riqueza e de milhares de postos de trabalho.

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