Angola sobe seis lugares no Índice Global da Paz

Angola é considerada o 77.º país mais pacífico do mundo, revela o relatório do Índice Global da Paz, numa escala de 164 países, depois de, em 2018, ter ficado em 83.º lugar.

O Índice de Paz Global, produzido pelo Instituto de Economia e Paz, classifica 163 países (99,7% da população mundial) de acordo com 23 indicadores qualitativos e quantitativos.

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O Afeganistão substituiu este ano a Síria como o país menos pacífico do mundo e o Iémen entrou pela primeira vez no grupo dos cinco Estados menos pacíficos, revela o Índice Global de Paz 2019 divulgado ontem. Segundo o 13.º relatório anual do Índice Global de Paz (GPI), elaborado pelo Instituto para Economia e Paz, sediado em Sydney, a Europa continua a ser a região mais pacífica do mundo, registando uma ligeira melhoria, e a do Médio Oriente e Norte de África ainda são as menos pacíficas.

No total, 22 dos 36 países europeus registaram melhorias no GPI de 2019 face ao ano anterior. A Islândia continua a ser o país mais pacífico do mundo, uma posição que ocupa desde 2008, e o Afeganistão é agora o menos pacífico, substituindo a Síria.

Portugal ocupa a terceira posição, seguindo-se a Áustria, Dinamarca e Canadá, enquanto a Alemanha surge em 22.º lugar e a Espanha em 32.º.
De acordo com o Índice Global da Paz, o Butão registou a maior melhoria de qualquer país no top 20, subindo 43 lugares nos últimos 12 anos.

Nos últimos lugares da lista estão o Iraque (159), Iémen, Sudão do Sul, a Síria e Afeganistão (163).

Este é o primeiro ano, desde o início do índice, que o Iémen foi classificado entre os cinco países menos pacíficos.

O Instituto também registou que o nível médio de paz global melhorou ligeiramente, pela primeira vez em cinco anos. A pontuação média do país melhorou em 0,09 por cento, com 86 países a verificarem uma melhoria e 76 a registar um agravamento.

O GPI de 2019 revelou ainda um mundo em que os conflitos e crises que surgiram na década passada começaram a diminuir, mas novas tensões surgiram dentro e entre as nações.

Fonte: Jornal de Angola

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