Angolanos lideraram pedidos de asilo a Portugal em 2018

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No Relatório de Imigração, Fronteiras e Asilo (RIFA) de 2018, o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) refere que os pedidos de asilo a Portugal diminuíram 27% em 2018 face a 2017, totalizando 1.272. O SEF refere que esta diminuição é coincidente com o ocorrido ao nível europeu, em que também se verificou uma redução “embora menos expressiva”.

O RIFA, divulgado por ocasião dos 43 anos do Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) que hoje se assinala, indica que a maioria dos refugiados apresenta os pedidos em território nacional (67,2%), seguido dos postos de fronteira (32,1%).

O relatório realça que a descida verificada no número total de pedidos de asilo deve-se “exclusivamente à menor expressão do mecanismo de recolocação” da União Europeia, que terminou em Abril de 2018, tendo em conta que se registou um aumento de 21,9% nos pedidos de protecção internacional apresentados em 2018.

Portugal participou num programa de recolocação da União Europeia, entre Setembro de 2015 e Abril de 2018, de acolhimento de refugiados que estavam na Grécia e em Itália.

Segundo o SEF, cerca de dois terços dos pedidos de asilo foram apresentados por homens e 80% tinha menos de 40 anos.

O RIFA 2018 refere que a maior parte dos pedidos de asilo foram apresentados por cidadãos de Angola (224), Ucrânia (132), República Democrática do Congo (131), Guiné (68), Paquistão (51), Guiné-Bissau (48), Eritreia (47), Venezuela (41), Somália (40) e Marrocos (31).

O relatório do SEF destaca também que no ano passado chegaram a Portugal 36 menores não acompanhados requerentes de asilo, menos dois do que em 2017, tendo sido em 2015 o valor mais elevado (73).

Fonte: Jornal de Notícias.

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