Apóstolo Jorge Tadeu em Luanda para revitalizar Igreja Maná

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Em declarações à Angop, no Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, o fundador da referida igreja disse que vai presidir, em Luanda, a “Convenção de Fé”, de 24 a 27 de Novembro, para analisar a vida da igreja e debater outros assuntos da actualidade.

Em Agosto de 2008, o Ministério da Justiça orientou o encerramento das actividades da referida congregação religiosa, por alegada violação da Lei e Ordem Pública, segundo um decreto-lei publicado em Diário da República.

Na altura, as autoridades sustentaram a decisão com a conclusão de um processo instaurado pelo Ministério da Justiça, em que foram detectadas “violações sistemáticas” da Lei e Ordem Pública angolanas.

A decisão do enceramento foi tomada em função de alegadas posições críticas à governação do país, bem como a uma outra polémica em que a igreja Maná esteve envolvida por alegado desvio de fundos doados pela petrolífera Sonangol.

Depois de recorrer ao Supremo Tribunal de justiça, o presidente do Conselho das Igrejas Maná no Mundo viu anulada, em Agosto de 2016, a decisão do Ministério da Justiça.

No acórdão, os juízes decidiram “conceder provimento ao recurso e, consequentemente, declarar nulo o acto administrativo praticado pelo Ministério da Justiça”.

Para suprir os anos de ausência da Igreja Maná em Angola, os fiéis criaram a igreja Josafat, que herdou o património da primeira, e passou, então, a integrar o Conselho Mundial da Igreja Maná.

O apóstolo Jorge Tadeu, moçambicano com nacionalidade portuguesa, regressa pela primeira vez a Angola, desde Agosto de 2008.

Com cerca de 800 mil fiéis, a Igreja Maná foi criada em 1984, em Lisboa, por Jorge Tadeu e está representada em 86 nações.

Fonte: Angop

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