Banco de Poupança e Crédito encerra 53 agências a partir de 13 de Julho

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A partir de 13 de Julho do corrente mês, o Banco de Poupança e Crédito (BPC), maior banco estatal angolano, vai proceder ao encerramento de 53 agências bancárias, das quais 22 na província de Luanda, apurou a Vivências Press News através de fontes ligadas ao processo.

De acordo com a fonte, a medida está incluída no âmbito do processo de redimensionamento da rede de agências.

Além de Luanda, o banco público angolano indica que serão encerradas também agências no Cunene Benguela, Kwando Kubango, Cabinda, Uíge, Malanje, Lunda Sul, Bengo, Huíla, Kwanza Norte e Namibe.

Durante uma conferência de imprensa realizada recentemente, o Conselho de Administração do banco, informou que um terço da força de trabalho vai ser despedido nos próximos três anos, assim como serão encerrados pelo menos 20 balcões, dos 60 existentes, e reduzindo as actuais 35 unidades de negócio.

Actualmente, são perto de cinco mil os trabalhadores controlados pelo Banco de Poupança e Crédito. A administração do banco já admitiu que ninguém ficará na “rua da amargura”, já que a política para a reforma efectiva ou antecipada deve passar por programas de formação e de inserção económica dos funcionários a dispensar.

O mais certo é que o BPC possa gastar perto de 18 mil milhões de kwanzas, para essa operação (indemnização e concessão de crédito para investimento dos trabalhadores a dispensar).

Além disso, o BPC deve reduzir os custos operacionais em cerca de 30%, permitindo que a instituição, a médio prazo, recupere a credibilidade e a confiança do público. A implementação de uma rede de agentes bancários será uma das maiores apostas do banco, que é hoje a caixa-forte do Estado.

O maior banco de capitais públicos conseguiu recuperar 50% do valor de uma fraude que foi detectada em meados de Abril deste ano, depois de os respectivos sistemas informativos detectarem transferências ilegais para bancos privados, de pelo menos 434 milhões de kwanzas.

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