Com a História toda no peito

Estou em viagem e daqui ate fim de agosto vou viajar bastante: pesquisa universitária, lançamento de book, eleições…quer dizer, por vezes vou ser mais breve. Como hoje.
Antes de mais aplaudir a entrada do Adolfo Maria no Vivências. Por razões pessoais – trilhando caminhos idênticos ou próximos desde 1959 – e nacionais – esteve em contextos onde se fez história que precisa ser contada e, da geração dele, é dos poucos sobreviventes.
Relacionado com isto vem-me à  caixa das ideias a Revolta Ativa, da qual ele foi um dos comandantes e eu soldado raso. Um dos nossos leitores comentou ontem que “essa família é  assunto que o M tem de resolver”.
Tem razão. Foi uma corrente do M que reivindicou democracia desde a transição para a independência, tinha no seu seio combatentes de relevo – inclusive fundadores – e mesmo depois de dissolvida, ideias e componentes seus influíram muito na propagação dos princípios democráticos com os quais todos estamos hoje de acordo.
Esta campanha eleitoral parece-me o bom momento.

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