Comemorações do 57.º Dia da Mulher Africana

A secretária-geral da OMA, Luzia Inglês, felicitou, no sábado, em Malanje, a Organização Panafricana das Mulheres da região austral de África, pela solidariedade demonstrada para com as mulheres africanas vítimas dos conflitos políticos, sobretudo na Região dos Grandes Lagos.

Luzia Inglês, que discursou no acto central das comemorações do 57.º aniversário da Organização Panafricana das Mulheres da região austral de África, lembrou que a maioria dos conflitos armados em África têm por base situações tribais regionais, acrescentando que, apesar da independência de vários Estados, ainda não se pode falar em paz total no continente. A dirigente política apelou aos Estados africanos a prestarem uma atenção especial à problemática dos refugiados no continente.

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A secretária-geral considerou “especial” o 31 de Julho, salientando que a data dá ênfase à história internacional das mulheres na luta pela liberdade de expressão e a sua contribuição no progresso e evolução das sociedades africanas. “Não podemos descansar enquanto não houver equilíbrio na plenitude do mundo, onde homens e mulheres devem partilhar liberdade e igua ldade enquanto seres humanos”, referiu, destacando as lideranças femininas em África.

Luzia Inglês reconhece que apesar do progresso registado, a desigualdade do género persiste em muitas sociedades, salientando que urge assumir políticas concretas e compromissos que permitam a cada mulher pronunciar-se sobre os problemas que a afligem no dia-a-dia.

A dirigente destacou a presença massiva de mulheres em cargos ao nível das administrações municipais, comunais e no Executivo, incluindo nos tribunais e no Parlamento. A mulher, disse, representa o futuro do continente e o desenvolvimento de África também passa pelo sector feminino.

Fonte: Jornal de Angola

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