Diplomata ressalta desafios do país

O embaixador de Angola em Portugal, Carlos Alberto Fonseca, ressaltou ontem, terça-feira, em Lisboa, que os principais desafios do Estado angolano passam pela erradicação da pobreza para o bem-estar da população.

Em declarações à imprensa, à margem das comemorações do 17 de Setembro, Dia do Herói Nacional, o diplomata afirmou que o Executivo tem apostado na produção nacional para alavancar o desenvolvimento económico e social do país, e lembrou que a luta pelo bem comum vem da época do fundador da Nação angolana Agostinho Neto, notando que deve ser lembrado todos os dias, pelo seu percurso histórico e sacrifícios consentidos à pátria.

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Agostinho Neto deu muita coisa ao mundo, à juventude angolana, conseguiu a independência da Namíbia, apoiou os movimentos de Libertação Nacional não só de África e, por está razão, os seus pensamentos devem ser sempre revistos

Segundo o diplomata, as sociedades precisam de pessoas como Agostinho Neto, que era contra o ódio. “Angola de hoje não é aquela que Agostinho Neto sonhou, mas é necessário que se abra o caminho (…).”

Por sua vez, a viúva do primeiro Presidente de Angola, Maria Eugénia Neto, disse ser importante que todos leiam a obra de Agostinho Neto e reflictam no que está escrito e a época em que se escreveu. Manifestou-se disponível para ajudar naquilo que for necessário para o bem de Angola.

Durante a actividade foram depositadas flores junto ao busto do primeiro Presidente de Angola, bem como a exibição de um filme que retrata a sua vida e obra.

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Presenciaram a actividade diplomatas angolanos acreditados em Portugal, estudantes e responsáveis de associações.

Fonte: Angop

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