Donald Trump felicita reformas e combate à corrupção em Angola

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O Presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump, felicitou hoje as reformas e o combate à corrupção levados a cabo pelo homólogo angolano, João Lourenço, garantindo que Washington vai apoiar e financiar Angola.

As felicitações foram transmitidas pelo assistente especial de Donald Trump e director sénior para os Assuntos Africanos do Conselho de Segurança Nacional, Cyril Sartir, durante uma audiência concedida pelo chefe de Estado angolano.

“Viemos cá com o espírito de amizade e reconhecer os grandes passos que o Presidente e a nova liderança de Angola têm estado a calcorrear para transformar o país, no âmbito do combate à corrupção, e abri-lo ao comércio internacional”, disse o responsável, em declarações aos jornalistas, no Palácio Presidencial da Cidade Alta.

Cyril Sartir acrescentou que Angola é um “país chave” na nova estratégia da política externa dos Estados Unidos da América para África, salientando esperar um reforço das relações nos sectores económicos e na melhoria da governação.

O diplomata norte-americano, que foi recebido hoje também pelo ministro das Relações Exteriores, Manuel Augusto, lembrou que os Estados Unidos da América incluirão Angola no grupo de três países africanos, ao lado da Nigéria e do Quénia, que, nos próximos tempos, vão beneficiar de financiamento e apoio técnico para impulsionar a actividade económica.

O enviado de Donald Trump afirmou que a ajuda vida, essencialmente, desenvolver a capacidade empreendedora africana, fornecer a assistência técnica e os valores envolvidos. Segundo Cyril Sartir, os Estados Unidos da América estão abertos a receber sugestões dos empresários angolanos para que se possam identificar os sectores que vão beneficiar do apoio .

“Queremos ser para Angola uma alternativa à China no âmbito do financiamento dos projectos. Por isso, dos mais de 50 países africanos, Angola integra esta lista”, destacou, acrescentando que há dois anos na seria estar em Luanda para fazer esta declaração “porque não existia vontade política para efectuar as actuais reformas”.

O representante acrescentou que os Estados Unidos da América apoiam as reformas em curso em Angola e sentem-se confortados por verem o empresariado norte-americano a começar a investir no país.

Cyril Sartir, mestre em História Africana, já foi director -adjunto do Centro de Missão da Agência de Inteligência Americana (CIA) em África.

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