Economia está vulnerável a variações da balança de pagamentos, diz BNA

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Reunido esta terça-feira, 28, o Comité de Política Monetária do Banco Nacional de Angola (CPM), analisou o comportamento recente dos indicadores económicos, tendo chegado a conclusão que a economia angolana continua vulnerável às variações da balança de pagamentos, tanto a nível da Conta Corrente, como da Conta Financeira, lê-se no documento produzido no final do encontro.

“O stock das reservas internacionais brutas no mês de Junho de 2020 fixou-se em 15,58 mil milhões de USD, abaixo dos 16,26 mil milhões USD registados no mês de Maio, correspondendo a um grau de cobertura de 11,76 meses de importações de bens e serviços”, aponta o BNA.

Segundo o banco central angolano, “as Reservas Internacionais Líquidas (RIL) situaram-se em USD 10,41 mil milhões, face aos USD 10,24 mil milhões apurados em Maio, o que representa um aumento de USD 166,67 milhões”.

De acordo com o Instituto Nacional de Estatística (INE), a actividade económica deteriorou-se no primeiro trimestre, face ao período homólogo de 2019, com uma queda de 1,8% do PIB real, situação que terá prevalecido igualmente no segundo trimestre.

O BNA reconhece que até Junho do corrente ano, o Índice de Preços no Consumidor Nacional (IPCN) divulgado pelo INE registou uma taxa de variação mensal de 1,74%, abaixo dos 1,94% apurados no mês anterior, resultando numa inflação acumulada de 11,89% e homóloga de 22,62%, nível acima da observada no mês anterior (21,82%).

O CPM também avaliou diversos indicadores de inflação subjacente e concluiu que a inflação de bens alimentares continua a contribuir em grande medida para a tendência crescente da inflação cheia, tendo-se situado em 27,87% em termos homólogos, nível mais alto desde Fevereiro de 2018.

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