FMI confirma reunião de dia 16 para terceira avaliação a Angola

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O FMI confirmou para a próxima quarta-feira, dia 16, a reunião do Conselho Executivo da instituição para avaliação do cumprimento do programa por Angola, na qual vai ser analisado o pedido de moratória para 2020 e um aumento do financiamento de 740 milhões USD, no âmbito do Programa de Financiamento Ampliado (EFF, sigla em inglês) solicitada pelo Governo depois de Março. O portal do FMI refere que esta terceira avaliação a ser discutida com Angola ocorrerá “sem condições adicionais”.

A uma pergunta da agência Bloomberg, sobre a possibilidade de o FMI estar a considerar algum empréstimo de emergência a Angola, durante um briefing virtual (cujo vídeo e transcrição estão disponíveis no site da instituição financeira), o director do Departamento de Comunicação do FMI, Gerry Rice, afirmou que “competirá ao Board decidir sobre o valor a ser desembolsado na terceira avaliação. E se pode haver um aumento do nosso actual apoio financeiro para ajudar Angola a enfrentar os desafios criados pela pandemia”.

O comunicado da instituição internacional “saúda a recente decisão do Clube de Paris de suspender o pagamento do serviço da dívida de Angola até ao fim do ano, no âmbito da iniciativa DSSI, do G20”, a favor das economias mais frágeis e afectadas pela crise gerada pela pandemia da covid-19.

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Sendo certo, que o FMI tem por missão assegurar o crescimento econômico relativo das nações e garantir um quadro macro-económico sustentável aos parceiros, sendo certo, que em sede da pandemia-‘covid 19’ as economias tidas como industrializadas literalmente “despejaram dinheiro” em suas economias para as salvar, afigurar-se rozoavel, que as economias em via de industrializacao precisam de um apoio acrescido.

Estilizando o dito acima, torna-se evidente, que o governo de Angola assim como os outros precisa de moratória ao serviço da dívida de pelomenos no médio prazo, para conseguir recuperar a dinâmica da actividade econômica e o seu crescimento. Torna-se ainda evidente que o FMI deverá no quadro da sua missão aceitar o acréscimo pretendido. Atentamente,

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