Marcelo condecora João Lourenço com o Grande-Colar da Ordem do Infante D. Henrique

O Presidente português, Marcelo Rebelo de Sousa condecorou o seu homólogo angolano, João Lourenço, e considerou que a sua visita de Estado a Portugal inicia um “novo e promissor ciclo” nas relações bilaterais.

“A visita de vossa excelência, senhor Presidente João Lourenço, a Portugal encerra um intervalo longo demais nas visitas recíprocas dos dois chefes de Estado e, ao mesmo tempo, inicia um novo e promissor ciclo”, afirmou o chefe de Estado português.

No seu entender, este novo ciclo tem três dimensões “a presidência de João Lourenço”, “as relações entre os dois povos e os dois Estados”, cada vez mais destinados a agir com fecunda cumplicidade, “ultrapassadas recriminações, suspeições, incompreensões, uma muito antigas, outras mais recentes”.

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Marcelo Rebelo de Sousa falava no Palácio de Belém, em Lisboa, no final de um encontro com o Presidente da República, João Lourenço e a primeira-dama, Ana Dias Lourenço, durante o qual condecorou o chefe de Estado angolano com o Grande-Colar da Ordem do Infante D. Henrique.

A primeira-dama da República de Angola, Ana Dias Lourenço foi condecorada com a Grã-Cruz da mesma ordem.

O Grande-Colar da Ordem do Infante D. Henrique é o mais alto grau da Ordem e é concedido pelo Presidente da República portuguesa a chefes de Estado estrangeiros.

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O Grande -Colar pode ainda ser concedido pelo Presidente da República portuguesa a antigos chefes de Estado e a pessoas cujo feitos de natureza extraordinária e especial relevância para Portugal, os tornem merecedores dessa distinção.

João Lourenço é o primeiro Presidente angolano a ser condecorado com o Grande-Colar da Ordem do Infante D. Henrique, sendo o quinto chefe de Estado de uma nação dos PALOP a receber tal distinção, depois de Samora Machel, Joaquim Chissano (Moçambique) em 1990 , de Jorge Carlos Fonseca (Cabo Verde) em 2012 e Armando Guebuza (Moçambique) em 2014.

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