No primeiro trimestre de 2020, o Huambo registou 158 mil casos de malária

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O número de casos de malária registados entre Janeiro a Março deste ano, na província do Huambo, aumentou de 127 mil, em idêntico período anterior, para 158 mil.

Em declarações à imprensa, o director do Gabinete local de Saúde, Lucas António Nhamba, informou que os municípios da Chicala-Cholohanga, Chinjenje, Londuimbali e Ucuma são os que mais casos registam.

Sem apontar o número de mortes, o responsável disse que o aumento dos casos de malária obrigou ao redobrar das acções preventivas nas comunidades, para que a população se saiba proteger da doença, transmitida pela picada do mosquito.

Lucas António Nhamba disse ainda que têm sido realizadas várias campanhas de sensibilização, durante as quais os cidadãos têm sido orientados a manter o reforço da saneamento básico, numa altura em as autoridades estão empenhadas nas acções de pulverização intra e extra-domiciliar para o combate à malária.

Surto de sarampo põe autoridades em alerta

O responsável fez saber também que as autoridades sanitárias registaram, em Abril, um surto de sarampo, com 12 casos positivos, com realce para os municípios do Huambo e do Ecunha. Para conter o surto estão ser promovidas campanhas de vacinação, num raio de 200 metros de cada caso positivo.

O responsável informou ainda que, além da vacinação da população, as autoridades estão igualmente empenhadas na sensibilização das comunidades, de modo a informá-las sobre as formas de prevenção desta doença.

O sarampo é uma doença febril eruptiva e infecciosa, manifestada por sinais vermelhos na pele, cuja prevenção passa por vacinação. A transmissão é causada pelo vírus Measles morbillivirus, transmitido por tosse, espirros e outras secreções.

Fonte: Angop

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