O pós, visita do Presidente João Lourenço

No atual contexto de governação abrem-se perspetivas e análises motivadoras para os cidadãos se envolverem no seu papel de cidadania, residentes em Portugal.

Vivemos num espaço global e de facilidade de acesso à informação e relativa liberdade de mobilidade do fluxo migratório de angolanos, procurando soluções diferenciadas para a sua vida particular, no âmbito profissional, familiar ou em qualquer outro contexto.

Sabemos que de antemão durante anos os problemas da comunidade na diáspora, foram-se avolumando, e só recentemente o ciclo de resolução se começou a inverter e há muito trabalho por fazer e espirito de sacrifício em missão de serviço de todos sem exceção.

Todos juntos podemos trabalhar para que os nossos jovens de agora venham a usufruir mais e melhores condições de cidadania como angolanos em qualquer parte do Mundo e muito em especial em Portugal.

Assim, sendo, deverá existir um esforço Governamental para estabelecer acordos governamentais com o Estado Português em áreas diferenciadas e melhorando os que estão em vigor.

Esses acordos devem incidir em questões sociais, incluindo a Segurança Social e Solidariedade, tendo em conta as necessidades básicas de sobrevivência de muitas pessoas.

Assumamos que dentro do quadro equiparado dos Países integrantes da C.P.L.P. há cidadãos oriundos de outros países com tratamento diferenciado comparativamente aos angolanos, muitas vezes pela inexistência de acordos bilaterais ou multilaterais em áreas muito próximas das necessidades básicas dos cidadãos.

Na área cultural em franco estágio de desenvolvimento, e sendo Angola um País riquíssimo em diversidade cultural, também há que ter em conta o elevado número de agentes culturais, desde artistas-plásticos, escritores entre outros que muito têm pugnado pela promoção de divulgação da cultura angolana, fora do território nacional. Neste intuito deve ser uma prioridade o estabelecimento de contratos-programa a estabelecer com agentes culturais de forma individual e/ou coletivos, nesta última situação com ênfase à prioridade do movimento associativo.

Tendo consciência da fase de desenvolvimento económico do País, e consequentemente residindo em Portugal um considerável número de jovens talentos desportistas com origem angolana e pelo fato de alguns daqueles não terem outras possibilidades de representação internacional, podem em muito contribuir para a elevação do nome de Angola se foram motivados em representarem as seleções angolanas nas várias modalidades. Acreditamos que desse modo serão agentes motivadores para muitos outros desportistas.

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