Portugueses aconselhados a ficar em casa durante eleições na RDC

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Num aviso à comunidade portuguesa que vive na República Democrática do Congo (RDC), a Embaixada de Portugal disse que as pessoas devem estar preparadas para abandonar o país caso a situação se complique.

Numa publicação através da rede social Facebook, a embaixada lembrou que o dispositivo de segurança na capital congolesa, Kinshasa “foi assegurado pelas autoridades”, mas assinalou que “não obstante a confiança que inspiram essas palavras, seria conveniente observar as habituais medidas de prudência sugeridas em vésperas de eleições”.

Além de aconselhar os quase 700 portugueses que vivem na RDC a evitar “sair sem necessidade no dia das eleições”, a embaixada pede ainda que guardem mantimentos para”qualquer eventualidade”.

A embaixada portuguesa sugere que a comunidade guarde bens essenciais, como cerca de seis litros de água por pessoa para cinco dias (para beber e para higiene básica) e alimentos enlatados ou de validade prolongada para pelo menos três dias.

Também a presença de rádios, “para se manterem informados da situação”, e de lanternas e pilhas, “que pode tornar-se a única fonte luminosa”, é aconselhada.

A representação portuguesa na RDC pede ainda aos cidadãos portugueses para se fazerem acompanhar da “documentação necessária para poderem viajar” na eventualidade de “a situação degenerar”.

De acordo com os mais recentes dados dos registos consulares da Embaixada de Portugal em Kinshasa, há cerca de 700 portugueses a viver na República Democrática do Congo, a grande maioria (570) na capital Kinshasa, assegurou à Lusa fonte da Secretaria de Estado das Comunidades Portuguesas .

Fonte: Lusa.

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