Quase metade da população vive numa situação de pobreza multidimensional

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A Iniciativa de Oxford para Pobreza e Desenvolvimento Humano (OPHI, na sigla em inglês) realizou a primeira actualização do Índice de Pobreza Multidimensional (IPM) de Angola desde 2001. Os novos números foram divulgados nesta segunda-feira e indicam que 48% da população angolana vive numa situação de pobreza multidimensional. No entanto, registaram-se melhorias assinaláveis em todos os parâmetros analisados.

Em comunicado, explica-se que os números registados não podem ser directamente comparados, uma vez que são provenientes de estudos  diferentes, mas em 2001 concluiu-se que 77% da população angolana vivia em situação de pobreza multidimensional.

Para se chegar aos valores de IPM são monitorizados dez indicadores, como a frequência escolar, a mortalidade infantil ou a água potável, sendo que estes são agrupados em três níveis gerais: educação, saúde e padrão de vida.

De acordo com este relatório, os indicadores que mais contribuem para a pobreza em Angola actualmente são as privações em anos de escolaridade (16%), a frequência escolar (15%) e a nutrição (15%). No entanto, esclarece-se que todos estes indicadores melhoraram significativamente desde 2001.

“O número de pessoas pobres ainda é muito alto, quase metade da população, mas o IPM sugere que Angola tem feito grandes avanços no combate à pobreza”, explica a directora da OPHI, Sabina Alkire. “O IPM é uma ferramenta fundamental para se ter uma imagem detalhada da pobreza e, com base nisso, desenvolver políticas eficientes para melhorar a vida das pessoas”, refere ainda no comunicado.

A Iniciativa de Oxford para Pobreza e Desenvolvimento Humano (OPHI, na sigla em inglês) realizou a primeira actualização do Índice de Pobreza Multidimensional (IPM) de Angola desde 2001. Os novos números foram divulgados nesta segunda-feira e indicam que 48% da população angolana vive numa situação de pobreza multidimensional. No entanto, registaram-se melhorias assinaláveis em todos os parâmetros analisados.

Em comunicado, explica-se que os números registados não podem ser directamente comparados, uma vez que são provenientes de estudos  diferentes, mas em 2001 concluiu-se que 77% da população angolana vivia em situação de pobreza multidimensional.

Para se chegar aos valores de IPM são monitorizados dez indicadores, como a frequência escolar, a mortalidade infantil ou a água potável, sendo que estes são agrupados em três níveis gerais: educação, saúde e padrão de vida.

De acordo com este relatório, os indicadores que mais contribuem para a pobreza em Angola actualmente são as privações em anos de escolaridade (16%), a frequência escolar (15%) e a nutrição (15%). No entanto, esclarece-se que todos estes indicadores melhoraram significativamente desde 2001.

“O número de pessoas pobres ainda é muito alto, quase metade da população, mas o IPM sugere que Angola tem feito grandes avanços no combate à pobreza”, explica a directora da OPHI, Sabina Alkire. “O IPM é uma ferramenta fundamental para se ter uma imagem detalhada da pobreza e, com base nisso, desenvolver políticas eficientes para melhorar a vida das pessoas”, refere ainda no comunicado.

Fonte: Público

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