Integração da comunidade angolana

Temos a felicidade em circular por aí, em Portugal e lidando com vários intervenientes sociais. Sabemos os inúmeros problemas que alguns membros da comunidade angolana, na sua grande maioria estabelecida na Área Metropolitana de Lisboa e Porto, atravessam com inúmeros problemas.

Perante situações que estão ocorrer em determinadas regiões e com alguns migrantes provenientes de várias partes do Mundo, ocorreu-nos fazer contatos meramente informativos e procurando extrair conclusões primárias.

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Temos consciência de que se trata de uma ideia que exige aprofundamento!

Sabemos que existem concelhos em Portugal com carência de população e no entanto ainda possuem serviços adequados em quantidade e qualidade.

Por outro lado, há autarquias com vontade em ter programas para receber novos residentes em condições de vida adequada.

Perante este equilíbrio, de preocupações e na busca de soluções há intervenientes sociais e políticos disponíveis para dialogar e estruturar programas de acolhimento a cidadãos nossos compatriotas que atravessam carências sociais.

Acredito que alguns angolanos com estabilidade e integrados em Portugal, estejam envolvidos ou não movimentos associativos, podem agregar esforços para criar programas que visam fornecer melhores condições de vida a outros compatriotas ainda não enraizados e que lutam por condições de subsistência, até em aspetos legais.

Não é nossa intenção nesta crónica sintética desenvolver esta questão e também não é intenção segregar seja quem for, visa dar um contributo e deixar uma reflexão para com muitos e quem sabe envolver os nossos representantes do Estado, conseguirmos articular programas que talvez não resolvam situações para o presente, mas convictamente evitar mais problemas futuros.

Esta crónica é curta, porque esta ideia não é fácil em transpor para uma reflexão escrita de modo a que não seja destruída pelos “mujimbos”.

Temos experiência e conhecimento de que por exemplo na área cultural há Autarquias com enorme falta de soluções para escoar recursos financeiros por não existirem recursos humanos em quem apostarem.

Deixamos uma ideia de programa de integração da comunidade angolana num concelho em Portugal a partir do qual possam ser potenciados valores da cultura, da gastronomia e pequenos investimentos da nossa Angola.

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